5(000) Filmes


Luís Simões, autor do Elypse, desafia-me a nomear os “meus” 5 filmes. Os critérios são, obviamente, pessoais e subjectivos. Então, aqui vão eles, por ordem cronológica:

The Jazz Singer (1927)

Casablanca (1942)

Night on Earth (1991)

Urga (1991)

Everything Is Illuminated (2005)

As listas, por definição, têm sempre de ser redutoras. Esta, por exemplo podia sem bem mais longa… houve um número quase infindável de filmes que me marcaram em diferentes momentos da minha vida. Fosse a lista maior, poderia acrescentar mais estes (pela ordem a que me vêm à cabeça):

8 ½, de Felilni; Schindler’s List, de Spielberg; Miller’s Crossing, Fargo e The Big Lebowski, dos irmãos Ethan e Joel Coen; Fanny & Alexander, de Ingmar Bergman; 400 Coups, de Truffaut; Der Himmel über Berlin (Asas do Desejo), de Wim Wenders; Aguirre, der Zorn Gottes (Aguirre o Aventureiro), de Werner Herzog; Chinatown, de Roman Polanski; The Maltese Falcon (A Relíquia Macabra), de John Huston; The Big Sleep, de Howard Hawks; Captains Courageous, de Victor Fleming; The Godfather (a trilogia), de Coppola; Citizen Kane, de Orson Wells; The Cradle Will Rock, de Tim Robbins; Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore; The Graduate, de Mike Nichols; To Kill a Mockingbird, de Robert Mulligan; Mississippi Burning, de Alan Parker; Short Cuts, de Robert Altman; Spartacus, Dr. Strangelove e Full Metal Jacket, de Stanley Kubrick; Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa; La Vingt-cinquième Heure (A 25ª Hora), de Henri Verneuil; Coffee and Cigarretts, Dead Man e Broken Flowers, de Jim Jarmusch; Lost in Translation, de Sofia Coppola; In the Heat of the Night, Fiddler on the Roof (Violino no Telhado) e Moonstruck (O Feitiço da Lua) de Norman Jewison; Au revoir, les enfants, de Louis Malle; Big Night, de Stanley Tucci; Love and Death, Take the Money and Run, Annie Hall, Manhattan, Hannah and Her Sisters, Zelig, Hollywood Ending e Scoop, de Woody Allen…
Havia mais, muitos mais, numa lista que, a continuar, seria cada vez mais incongruente e contraditória.

Para prosseguir esta “corrente” gostaria agora de convidar Francisco José Viegas, Rui Cerdeira Branco, Heitor, Ricardo António Alves e Filinto Melo a darem conta dos seus 5 filmes de eleição.

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