Dois anos de Aviz

O Aviz, de Francisco José Viegas, faz hoje dois anos. Tentei escrever este post por três vezes, ainda ontem à noite. Apaguei irremediavelmente as tentativas uma após outra. Um era demasiado íntimo, o outro muito genérico e o terceiro simplesmente mau… porque será que me custa tanto mandar um abraço escrito a um amigo? Será a saudade? Mas a saudade, afinal, o que é? Será que estar longe, por si só, a define? Será o tempo, o tempo tanto, que passou? Honestamente não sei. Poderá ser a distância, os 9.133 quilómetros de distância que nos separam. Hoje, acho que ela é não poder fazer o que seria tão natural há 10 anos: telefonar-te a combinar uma jantarada de aniversário, num restaurante mexicano, e ficar à conversa horas a fio. Catching up my friend, catching up for lost time.
Francisco José Viegas, meu judeu magnífico, parabéns pelo Aviz, muitos parabéns. E, claro, obrigado por tudo o resto.

!מזל טוב חבר

::Adenda:: Descobri isto por acaso: TSF – Francisco José Viegas, uma entrevista recente conduzida por Carlos Vaz Marques. Vale a pena ouvir o Mestre de Aviz. Na primeira pessoa.

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